Arquivo da Categoria ‘Fotos na praia’

Olinda

Olinda:
A cidade é considerada Patrimônio Histórico da Humanidade, por causa do casario e de igrejas dos sécs. XVI e XVII, como o Convento de
São Francisco, o primeiro da ordem franciscana no Brasil. As ruas estreitas, ladeiras, ateliês de artistas plásticos, bares erestaurantes dão charme à cidade. Carnaval é um dos mais famosos do país.
Rio Doce – Tem blocos de pedra para conter a força do mar.
Casa Caiada – Urbana, com a maior faixa de areia da cidade. Tem recifes artificiais e águas calmas.
Bairro Novo – Urbana, reta, com quebra-mares em toda a sua extensão.. Poluída em alguns trechos.
Do Farol – Urbana. Sem faixa de areia por causa do avanço do mar. Ocasionalmente poluída.
Carmo – Pequena faixa de areia, muitas pedras, mar calmo.
Dos Milagres – Urbana, ondas fortes, sem faixa de areia.

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Goiana

Goiana:
As igrejas seculares e o casario mostram as marcas dos colonizadores portugueses. Foi a primeira cidade do Estado de Pernambuco a abolir a escravidão.
De Catuama: Tranqüila, com sargaços na maré baixa, mar calmo.Faixa estreita e reta de areia clara.
Da Barra de Catuama: Reta, com recifes, águas calmas, areia escura e batida.
Atapuz: Faixa de areia estreita. Boa para esportes náuticos. Em frente fica a Ilha do Celeiro.

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Praia de Tamandaré

Tamandaré:
Há 3 roteiros diferentes no ** Passeio de Barco, que passa por praias e ilhas. O ** Convento de São Francisco (1630), no alto de uma colina, tem vista para a região.
© Barra de Sirinhaém – Urbanizada e eventualmente poluída na barra do rio.
© do Guaiamum – Enseada com casas de veraneio.
© do Gamela – Forma uma enseada com a Praia do Guaiamum. Tem casas de veraneio.
© Guadalupe – Donos de terrenos impedem o acesso. Falésias e coqueiros.

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Praia do Francês

Praia do Francês:
do Francês – 0 nome vem dos franceses que faziam contrabando de pau-brasil durante o período colonial.
O canto esquerdo – com ondas calmas, piscinas naturais, barracas e restaurantes – é mais movimentado.

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Aracaju

Aracaju:
Entre as atrações, há passeios de catamarã ** pelo Rio Sergipe, com visita à Ilha de Santa Luzia, ** até a foz do Rio Vaza-Barris e para Mangue Seco (BA) pelo Rio Real. Na Praia de Pirambu (74 km, ao Norte), há base do ** Projeto Tamar de preservação das tartarugas marinhas. A orla da Praia de Atalaia foi reurbanizada, recebeu boa infra-estrutrura, com áreas de lazer e esportes. No trecho final, conhecido como Passarela do Caranguejo concentra numerosos bares. A procissão de Bom Jesus dos Navegantes ocorre dia 1º de janeiro, no Rio Sergipe. Serviços: pág. 205
Atalaia Nova – Na Ilha de Sta. Luzia, tem cerca de 30 km e muda de nomes: Olho-d’Água, Capuã, Jatobá, Flexeiras, Costa,Touro, Ilha do Rato e Porto Grande. Alguns trechos são praticamente desertos, com aspecto primitivo e bonitas paisagens compostas por coqueiros e lagoas. Faroi. Coroa do Meio – Poluída na desembocadura do Rio Poxim.
dos Artistas (Havaizinho) -Freqüentada por surfistas.
Atalaia – Reta, calma, com faixa larga de areia fina e batida. Tem intensa vida noturna e concentra os principais hotéis da cidade. A orla foi toda urbanizada com jardim, áreas de lazer, quadras de esportes e quiosques. Da praia são vistas algumas das 27 plataformas marítimas da Petrobrás.
Aruana – Reta, areia escura e batida, águas mornas. Bonita paisagem de coqueiros e dunas. É a primeira praia ao longo da Rodovia José Sarney.
do Robalo – Muito freqüentada, tem quiosques padronizados e casas de veraneio.
Reta, areia escura e batida, ondas fracas e águas com temperatura média de 27° C.
dos Náufragos – Ondas fracas, areia fina e escura, pequenas dunas.
do Refúgio – Reta, com águas caimas e esverdeadas. Areia escura e batida, pequenas dunas. Condomínios e coqueiros.
Mosqueiro – É a última praia da Rodovia José Sarney. Fica na barra de São Cristóvão, junto à foz do Rio Vaza Barris. Tem areia clara e fina. Passeio de catamarã entre pequenas ilhas até a cidade de S. Cristóvão.

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Sítio do Conde

Sítio do Conde.
Com ondas fortes, areia clara e fina, dunas e coqueiros, os 40 km de praias são ponteados por mangues, rios, lagoas e comunidades de pescadores. A partir de Sítio do Conde se visita Siribinha e Barra do Itariri. Os afluentes do Rio Itapicuru, bons para banhos, têm águas escuras devido à alta concentração de metais e à influência dos manguezais.
Barra do Itapicuru – Na foz do rio, com areia repleta de conchas. Boa para a pesca de linha (bagre e barbudo). Para conhecer melhor o local é recomendável um passeio de barco.
Siribinha – Extensa e reta, com casas rústicas na areia. Barra do Itapicuru fica a 2 km pela praia.
Acesso por estrada precária, com trechos arenosos e que atravessa coqueirais. Ônibus de excursões nos finais de semana.
Poças – No povoado de pescadores, único porto natural para pequenas embarcações na região, há barcos e canoas para passeios.
Sítio do Conde – Reta, com caramujos na areia. Da barreira de recifes surgem piscinas na maré baixa. Os habitantes do pequeno povoado se dedicam à extração de coco, agricultura de subsistência e pesca. Concentra pousadas e hotéis e nos finais de semana fica lotada de ônibus de turistas.
Barra do Itariri- Antes de encontrar o mar, o Rio Itariri, em curva suave, desenha bela paisagem ao isolar e dar destaque a uma duna com coqueiros. A Barra tem vila com casas de pescadores e de veranistas.
Bares e barracas funcionam principalmente na temporada. Ao norte, há bons córregos para banhos de água doce. Fica a 16 km de Sítio do Conde, por estrada de terra com bolsões de areia, ou a 6 km a partir da Linha Verde, por estrada precária.
Baixio – Vila de pescadores.
Subaúma – Recifes formam piscinas e há jangadas para passeios. Muito freqüentada na temporada. Tem banheiros públicos.
Massarandupió – Colônia de pescadores. Há um trecho de 2 km destinado a nudistas. É Área de Proteção Ambiental: tartarugas marinhas desovam na praia.
Porto Sauípe – Pedras junto à orla. A maré baixa proporciona boa área para banhos na Barra do Rio Sauípe, do outro lado da vila de pescadores. Pesca de badejos, garoupas e olhos-de-boi.

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Mangue Seco

Mangue Seco.
Em uma paisagem quase deserta, se alternam dunas, restingas, mangue e fazendas de coqueiros. São 30 km de praia que podem ser conhecidos de bugue e barco. Os guias locais, que chegam a assediar os visitantes, oferecem vários pacotes de passeios, com preços negociáveis. O prato típico da região é a moqueca de aratu, crustáceo farto nos manguezais.
Coqueiro – Pequenas dunas de areia fina e branca e coqueiros. Robalos, cações e arraias habitam as águas de tons azuis claros. Acesso por bugue.
Costa Azul – Tem as mesmas características de Coqueiro. Entre essas duas praias aparece, na maré baixa, o navio Baependi, naufragado durante a 2a Guerra. Acesso por bugue.

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Arembepe

Arembepe
Possui praias com vegetação preservada, pouco povoadas, e em alguns trechos os recifes formam piscinas naturais. Outras opções de passeio são a pequena base do Projeto Tamar, a Aldeia dos Hippies e as praias de Guarajuba e Itacimirim.
Itacimirim – Ondas fracas e areia amarelada. O marco de chegada do navegador Amir Klink após travessia do Atlântico em barco a remo em 1984 fica no local conhecido como Praia da Espera.
Guarajuba – Orla ocupada por condomínios. Tem ondas fortes boas para surfe, trechos com barreira de recifes e águas calmas. Fica em frente à Lagoa de Guarajuba, declarada Área de Proteção Ambiental.
Genipabu – Continuação de Guarajuba, com recifes e coqueiros.
do Abai – Semelhante à anterior, é pouco povoada.
da Barra do Jacuípe -Bela e tranqüila, com ondas fortes e coqueiros. As águas do Rio Jacuípe são iboas para esportes náuticos.
de Arembepe – Na parte urbanizada, as ondas são fracas e há piscinas que surgem de recifes. Ao norte, o mar é violento.
Interlagos- Coqueiros, pedras na areia e uma lagoa perto. O acesso pela estrada é impedido por um condomínio.

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Praia do Forte

Praia do Forte:
Mantém um pouco da rusticidade da antiga vila de pescadores: ruas sem calçamento e casas com fachadas simples, que não podem ultrapassar a altura de um coqueiro. Tem praias semidesertas, matas nativas, rios e lagos. Sedia o *** Projeto Tamar de preservação de tartarugas marinhas. O ** Castelo Garcia d’Ávila (1551) fica nas proximidades. Nos fins de semana a Praia do Forte tem intensa vida noturna, com bares e restaurantes abertos durante a madrugada.
do Forte – Uma das mais conhecidas e freqüentadas do norte da Bahia. Tem 14 km de praias com areias claras, ondas fortes e coqueiros. Recifes formam ambientes ideais para mergulhos.

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Imbassaí

Imbassaí:
de Imbassaí – Ondas fortes, areia clara e pequenas dunas. 0 Rio Barroso, paralelo à praia, é bom para banhos de água doce. Fica a 10′ a pé, da vila. 0 de Santo Antônio – Mar tranqüilo com dunas de areia branca e riachos para banhos. Na maré baixa, surgem piscinas naturais. Acesso pelo povoado de Diogo, com travessia de 1 km de dunas, ou 4 km pela praia, a partir de Imbassaí.

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